Opções Veganas: Subway

A Subway é mais uma opções para lanches de vegetarianos e veganos, entanto é preciso ter cuidado na  sua escolha, já que esse não é seu cardápio principal.

Para facilitar, nos do Expresso V fizemos uma lista rápida dos alimentos permitidos para veganos no Subway.

 

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Pães

  • 9 Grãos
  • Italiano Branco

Ambos contém somente Soja e Glúten, conforme as informações do site.

 

Recheio

Vegetais: Cebola, Picles, Pepino, Alface, Tomate, Pimentão, Azeitonas…

 

Molhos

  • Mostarda
  • Cebola agridoce: tem Sulfitos
  • Vinagre
  • Azeite

 

Outros

  • Sal
  • Orégano

 

Para saber mais, confira o Site.

 

Como ocorre o abate animal

Você sabe como ocorre o abate da carne que é consumida?

À CAMINHO DO PRATO
1º Estágio
Ao chegar do transporte, os porcos são conduzidos através de currais.

2º Estágio
Os animais são desacordados através de eletrochoques dolorosos que, na maioria das vezes, causam somente a paralisia e os mesmos permanecem conscientes.

3º Estágio
São então pendurados em correntes por uma das patas traseiras.

4º Estágio
São degolados com uma faca afiada, onde se aguarda então o sangue escorrer para os tanques.

5º Estágio
São imersos em água fervente (muitos animais são mergulhados conscientes na fervura).

6º Estágio
Passam pelo processo de esfola onde a pele é toda retirada.

7º Estágio
Chegam a mesa de corte onde são retiradas suas vísceras e a carne cortada.

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Fonte: Instituto Nina Rosa (via Veganismo O Novo Mundo)

70% Das doenças modernas são de origem animal, afirma novo relatório da ONU

Carnes, ovos e laticínios: ruins para os animais, ruins para a sua saúde, ruins para o meio ambiente. Bons para os latifundiários pecuaristas.

A humanidade poderia se ver livre de sete em cada dez doenças que apareceram nas últimas décadas, caso nosso apetite por produtos de origem animal não fosse tão forte como é hoje. Carnes – especialmente de frango, porco, boi, peixes, laticínios estão entre os vilões da saúde segundo um novo estudo publicado nesta segunda-feira (16) pelas Nações Unidas (ONU).

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Através da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a ONU alertou em seu relatório intitulado “World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes.”(“Pecuária Mundial 2013: Mudando o Panorama das Doenças”, em tradução livre) que a busca por mais alimentos de origem animal tem deixado nossa sociedade mais doente, com as ditas doenças modernas que não aconteciam com tanta frequência no passado:

O aumento da população, a expansão agrícola e a existência de cada vez mais cadeias de abastecimento alimentar globais alteraram dramaticamente a forma como as doenças emergem, como passam de uma espécie para outra e como se espalham.” – diz o texto.

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O consumo de produtos de origem animal pode trazer problemas diretos como doenças cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de câncer, derrames, etc., mas é ainda mais nocivo se pensarmos que toda a dieta baseada em grandes quantidades de proteína de origem animal demanda quantidades imensas de recursos naturais.

Com o meio ambiente afetado, a tendências de novas doenças surgirem é maior. Por causa da globalização, há ainda maior facilidade de um novo vírus se espalhar, como já aconteceu com as gripes aviária e suína. Segundo a ONU, nenhuma outra atividade humana exige tantos recursos naturais como terra e água como a criação de animais para o consumo de sua carne e para a produção de leite, ovos e outros produtos de origem animal.

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Criações intensivas como as de frango para carne, de galinhas para a produção de ovos e a de porcos são grandes celeiros de novas doenças, uma vez que a proximidade dos animais e as condições quase sempre insalubres do ambiente colaboram para a proliferação de doenças. Contudo, ainda segundo o relatório, mesmo nos casos em que os animais são criados de forma extensiva, há risco de doenças serem levadas por grandes distâncias e afetarem outras regiões.

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Fonte 

Quanto mais o mundo consome produtos de origem animal, mais animais precisam ser criados em espaços cada vez menores e mais antibióticos e hormônios são dados a eles. É um ciclo perigoso.

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Fonte da matéria

Yogui

9 Países com grande ascensão de vegetarianos e veganos

Essa interessante lista mostra levantamentos feitos por instituições com a população de variados países, mostrando o crescimento do número de vegetarianos e veganos com o decorrer do tempo.

Vamos lá !

1# Espanha

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Um artigo publicado no The Guardian no ano passado destaca a crescente população de vegetarianos e veganos na Espanha.

De acordo com o artigo, “os espanhóis têm uma reputação de serem obstinados comedores de carne. Mas nos últimos anos, como o número de restaurantes veganos e vegetarianos duplicando na Espanha, há sinais de mudança. “A ideia de que devemos pelo menos comer menos carne, é cada vez mais comum na Espanha, como em muitas outras partes da Europa”.

2# Reino Unido

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No Reino Unido, em cada oito adultos britânicos pelo menos 1 segue a alimentação vegetariana ou vegana.

Enquanto 12 % do total da população decidiram abandonar a carne, esse percentual sobe para 20% para as pessoas entre as idades de 16 e 24. E isso não é tudo: milhões de pessoas no Reino Unido são semi-vegetarianos e pretendem cortar a carne do consumo diário.

3# Suécia

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Cerca de 10% do país agora se identifica como vegetariana ou vegan, com os jovens liderando esse senso.

De acordo com uma sondagem realizada pela Animal Rights Suécia, nos últimos cinco anos, o número de vegetarianos suecos aumentou 4%!

4# Israel

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Um artigo publicado pela JSpace Notícias ano passado mostra a crescente população vegan em Israel, estimando-se que, no momento da publicação, havia cerca de 300.000 vegans neste pequeno país, tornando-se 4% da população total.

O autor explica: “Isso faz com que Israel seja a primeira capital vegan do mundo, com mais pessoas per capita evitando todos os produtos de origem animal do que qualquer outra nação.”

5# Índia

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Se você pensou que a Índia não poderia obter mais vegetarianos, pense novamente! No ano passado, a cidade indiana Palitana tornou-se a primeira cidade vegetariana no mundo.

Por trás dessa mudança revolucionária são os monges Jain que entraram em greve de fome para pressionar o estado de Gujarat para proibir o abate de animais em sua cidade. A greve de fome foi bem sucedida e o governo de Gujarat decretou uma proibição de abate de animais e proibiu a venda de carne e ovos.

6# Alemanha

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A Alemanha é o lar de mais de 7 milhões de vegetarianos e está experimentando uma demanda crescente por produtos à base de plantas. Mesmo com os 200 anos da Oktoberfest, festival anual de cerveja alemã regado de carne, tomou conhecimento, e está oferecendo deliciosas versões veganas como substitutos das alimentações tradicionais com carne do festival.

Além disso, o proprietário ambicioso de Veganz, uma cadeia de supermercados vegano quem vem crescendo na Alemanha, está agora com uma meta de abertura de 60 lojas mais em 2020, devido à demanda popular!

7# Canadá

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Os resultados de uma pesquisa de consumo de alimentos canadense para 2013 refletem uma queda de quase 10% do consumo de carne desde 2001. Embora uma diminuição geral foi observado em todas as categorias de carne, a maior redução foi observada no consumo de carne de porco, com um decréscimo de 4,5%.

E só no mês passado, The Huffington Post Canadá destacou a tendência crescente do Canadá longe do consumo de leite. Na verdade, o consumo de leite caiu 25% à medida que mais e mais pessoas optam por deliciosas alternativas à base de plantas, tais como leite de amêndoa e leite de soja.

8# Estados Unidos

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Nos EUA, os investidores privados estão investindo milhões em star-ups de alimentação vegana, como Beyond Carne, que teve a Microsoft do magnata Bill Gates cantando seus elogios, ou Hampton Creek Foods, o que chamou a atenção do mais rico empresário da Ásia, Li Ka-Shing, junto com um investimento de US $ 23 milhões.

E empresa global de pesquisa de mercado Mintel recentemente descobriu que 36% dos americanos compram alternativas à carne, pelo menos, algumas das vezes.

Com mais e mais pessoas se afastando de carne, nunca houve um melhor momento para adicionar mais alimentos veganos na sua alimentação.

9# Nova Zelândia

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O número de veganos na Nova Zelândia está subindo rapidamente, e de acordo com um recente artigo no New Zealand Herald, o aumento é alimentado por uma motivação para ajudar a prevenir doenças, degradação ambiental e sofrimento dos animais em fazendas industriais.

Fonte mfablog via Veganize

Derrubando críticas infundadas sobre o veganismo

Esse post é direcionando a derrubar pensamentos simplistas ou infundados de consumidores de carne e outros derivados animais, pois muito não compreender o sentido e objetivo de ser vegetariano ou vegano e não tem o menor conhecimento de como sua alimentação afeta o meio ambiente.

Então vamos lá!

1: não faz sentido parar de comer carne, pois o maior desmatamento é para monoculturas (arroz, feijão, soja…)

A maior parte dos desmatamentos é feito para a pecuária, e muitos dos grãos plantados tem sua grande produção destinada a alimentação de gado.  Ou seja, de longe a maior causa do desmatamento é causada diretamente ou indiretamente pela ação da pecuária.

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Fonte

“A indústria da pecuária na Amazônia brasileira é responsável por 14% do desmatamento global anual.
Isso torna o setor da pecuária o principal vetor de desmatamento não apenas na Amazônia brasileira, mas do mundo inteiro. De acordo com o próprio governo brasileiro: ‘A pecuária é responsável por cerca de 80% de todo o desmatamento’ na região Amazônica. Nos anos recentes, a cada 18 segundos, um hectare de floresta Amazônica, em média, é convertido em pasto.” Fonte

Assim vemos a Amazônia sendo “comida” nos pratos regados a carne.

Por isso além do desmatamento que também contribui para a crise hidráulica, a pecuária resultar num gasto enorme de água comparado a produção vegetal, os degetos animais e de seus hormônios são grandes poluidores de água onde grande parte é utilizada para limpar os abatedouros.

Para cada quilo de carne bovina, há o gasto de cerca de 16 mil litros de água.

Um quilo de carne de porco gasta quase 6 mil litros de água, já o frango, 4 mil. Fonte

2: o ser humano está no topo da cadeia alimentar

Como se define a classificação de um ser humano na cadeia alimentar? os ecologistas usam o cálculo do nível trófico.

Pesquisadores franceses utilizaram os dados das Nações Unidas de alimentação para verificar o nível dos humanos de 176 países de 1961 até 2009 e o resultado foi esse:

Na escala de 1 até 5, onde 1 é predador primário (plantas) e 5 animais que se alimentam só de carne e tem poucos predadores, ser humano conseguiu a pontuação de 2,21, estando no mesmo nível de alimentação de porcos e anchovas. Fonte

O topo está muito longe para a nossa espécie.

3: outros animais comem carne, assim devo comer também

Certo, mas outros animais fazem muitos outros comportamentos, e aposto que você não acharia correto ou digno segui-los, se fosse por essa lógica, nos deveríamos comer carniça como urubus, ou matar todos os filhos de uma mulher para tomar posse dela como os leões fazem…

Para os animais o que ditam o seu comportamento é a genética da programação de seus comportamentos, ou seja, não podem refletir ou mudar seus comportamentos que são pautados na sobrevivência e reprodução.

Nós por temos uma cognição mais desenvolvida (graça a cozinha dos carboidratos) podemos refletir sobre nossas ações atuações e seus efeitos futuros, que nos leva para longe do determinismo genético de sobreviver e reproduzir para nos implicar a valores morais e culturais. Hoje o determinismo genético não tem a mesma influência em nós, podemos optar e ver alternativas para vivermos melhor em sociedade.

Ou você vê leões usando preservativos para evitarem filhotes e querendo a aproveitar o sexo? rs

Comportamentos animais não são uma base para os nós seres humanos modernos, e vice versa.

4: nossos primeiros ancestrais comiam carne

Para como era a alimentação de nossos ancestrais há muitas hipóteses. Entanto caso seja fato que eles se alimentavam de carne há sempre a necessidade da dieta vegetal.

Aqui vemos a mesma comparação que com o comportamento animal, mas trocando animal por nossos ancestrais tinham menos padrões morais em comparação aos nossos, não tinham o conhecimento cientifico para saberem das melhores escolhas alimentares e saúde, não tinham os direitos humanos para seguirem ou sociedades estruturadas como as nossas, que o permitissem a isso, como também, não tinham o mesmo mesmo padrão cognitivo que o nosso para compreender tudo isso, caso existisse naquele tempo.

Nossos ancestrais faziam muitos atos que hoje em dia não são aceitos, como obter escravos, dominar mulheres, matar por honra ou fazer guerras. Porque somente o consumo da carne é lembrado?

Hoje sabemos o mal da produção animal para o meio ambiente e nossa saúde e que alternativas podemos obter para viver de forma saudável evitando o máximo possível o sofrimento de outros seres.

5: as plantas estão vivas também, se for assim não posso comer elas

Nossa, esse argumento eu já comentei várias vezes aqui no blog em outros artigos de veganismo, mas vamos lá.

As plantas possui um sistema nervoso rudimentar, diferente de animais (deixando claro que planta não é animal), desta forma seu nível de sentimento de dor e consciência de seu existir é totalmente diferente, como também seus mercados.

Caso a planta tivesse consciência de seu destino, mesmo desta forma, seu meio de produção seria muito menos cruel, compare a colheita da planta, o ambiente que ficam, o transporte, o “abate”. È algo completamente diferente, mesmo se a planta tivesse um maior nível de consciência e desenvolvimento nervoso.

Ou você já viu uma planta correr pela vida, gritar ou sangrar?

Mas independente do conceito de vida para a planta o animal. Cada 1/2 de carne necessita 2,17 quilos de biomassa vegetal para sobreviver.

Desta forma, os consumidores de carne comem a morte dos vegetais e dos animais.

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6: nós morreríamos de fome em um mundo vegano

Isso é uma enorme incoerência, pois com o aumento populacional e do consumo da carne a comida se torna cada vez mais escassa.

O fator disso é que grande parte de grãos e vegetais são perdidos para alimentar animais da pecuária. você acha que os bovinos comem o que?

“Aproximadamente 40% das terras aráveis do mundo são usadas para produção de comida enquanto que apenas um quarto desses alimentos é destinado ao consumo humano. O resto, espantosos 30% das terras aráveis do mundo, é usado para produzir alimento para animais utilizando um terço da água potável do planeta.” Fonte

Muita comida vegetal é exportada para países ricos para produção de carne, além de desequilibrar as economias (onde os países ricos consomem mais carne) muita comida é perdida nesse processo por não é diretamente encaminhada as pessoas.

7: comer carne é natural para nós pois somos onívoros e 8: comer carne é minha escolha pessoal

Esse argumento é baseano na questão que somos capazes de digerir carne, ovos e leite. Entanto, como onívoros nós estamos livres para viver sem consumir carne, só porque temos a capacidade de digerir, usada em tempos nos quais a comida era díficil de ser conquistada e tinha que se comer o que tinha, não quer dizer que isso vai servir eternamente como um modelo, ainda mais numa sociedade com tanta abundância de alimentações e tecnologias.

Nos temos muitas “ações naturais”, como matar e estuprar por exemplo, e você vê alguém por ai dependendo sua opção pessoal de matar e estuprar por ser um humano e seus ancestrais fazeram isso anos para sobreviver?

Se fosse assim, teria pedófilos falando que é sua escolha pessoal gostar de crianças, mesmos estas não ter recursos físicos, cognitivos e sociais para sair desta relação de dominação (lembrando que para nós isso é um crime, mas muitos outros lugares é algo normal, e por ser normal é certo?).

Uma escolha deixa de ser pessoal quando afeta a vida de outro ser, quando causa sofrimento ao outro e isso não deveria ser somente considerada para os animais humanos.

Estamos ficando cada vez mais com os recursos naturais escassos, o consumo de carne é um dos fatores que pioram esse quadro, e por isso uma dieta que impacta diretamente nos recursos naturais usadas por todos não é uma escolha pessoal.

Quando se tem conhecimento para mudar não há justificativa para retroceder, a sociedade muda e tivemos que mudar muito para esse nosso modelo de sociedade sobreviver, a evolução se baseia em mudanças e nosso planeta necessita disso por o modelo atual do consumo de carne é algo insustentável.

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9: Caninos fazem de mim um carnívoro 

Nos raramente comemos a carne cortando com os dentes e sim com facas. E quando comemos utilizamos os molares, dentes desenvolvidos para alimentação herbívora.

Usar os dentes para selecionar que tipo de dieta você deve ter é algo nada confiável, mas isso você deve saber… Gorilas são herbívoros e tem longos caninos.

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O mundo muda, nossa consciência e conhecimentos de desenvolvem junto a ciência, tradições desnecessárias ao mundo atual morrem e as sociedades evoluem.

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Referencias

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O leite é um alimento saudável?

Será mesmo que o leite de animais é um alimento indispensável para o ser humano?

Crianças que não o consomem tem problemas com cálcio?

Ele é um alimento realmente saudável? Confiável?

Os vídeos abaixo trazer informações que são interessantes para todos que o consomem, principalmente suas versões homogeneizado e pasteurizado.

Com as imagens abaixo você pode ver como estão modificando esses animais para produzir cada vez mais e refletir sobre como deve ser a qualidade do leite que produzem

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Para entender mais sobre os perigos do leite animal e como é produzido, acesse esse link.

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28 fatos sobre o leite

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Vídeo: motivos de saúde e ambientais para ser vegetariano

O vídeo comenta sobre variadas matérias sobre os problemas causados pelo consumo animal, vale apena conferir para entender como sua alimentação tem repercussões globais.

 

Temáticas abordadas pelo vídeo

O consumo dos antibióticos na carne animal;

Bactérias resistentes a antibióticos;

Doenças modernas com origem no consumo de produtos de origem animal;

Desmatamento ilegal da Amazônia para a pecuária e seus impactos, como a falta de água;

 

Informações sobre os impactos da pecuária no meio ambiente

“30,7 milhões de toneladas de soja são produzidos no Brasil. 23,5 milhões vão para alimentar os animais” Fonte

O principal destino do milho produzido é para a ração animal. Fonte

A produção mundial de carne terá que dobrar para atender o aumento populacional, e a terra é incapaz de acompanhar esse rítmo de consumo. Fonte

O número da pesca é de 2 á 3 vezes maior que o de reposição das espécies. Fonte

A falta de alimentos poderá te tornar vegetariano até 2050, juntamente com a escasses de água para sua produção. Fonte

Como o consumo da carne e dos laticínios pioram a crise da água em São Paulo?

“O pesquisador Paulo Maurício Lima de Alencastro Graça, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, apontou em 2007 que nada menos que 80% de toda a destruição da Amazônia é responsabilidade da abertura de pastos – isso considerando só o gado bovino.” Fonte

Veja mais: Schwarzenegger diz na COP 21 que redução no consumo de carne e laticínios ajudará o planeta.

Vídeo

Movimento pelo Planeta

“Sem vegetarianismo não há ambientalismo coerente”

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O revolucionário queijo vegano da superbom

Olá pessoal,

Hoje vou falar um pouco sobre o que saiu do queijo da superbom, que tem sido rodeado de elogios.

Infelizmente em minha cidade ainda não temos o produto para comprar, mas assim que estiver disponível comentarei sobre as minhas impressões.

Estão vamos lá!

Ingredientes

Ingredientes: água filtrada, amido de batata, óleo vegetal de palma, concentrados de cenoura, maçã e abóbora, sal hipossódico, aroma artificial de queijo muçarela

Nota da empresa: “A Superbom informa que o óleo de palma utilizado na produção da linha de queijos VeganCheese é 100% nacional, vindo de áreas de reflorestamento controlado, não gerando impacto negativo ao meio ambiente.”

Sabores disponíveis, textura e sabor

Até o momento estão disponíveis os seguintes sabores: muçarela, provolone e prato, mas a empresa já informou que terão mais variedades.

A textura é muito similar ao queijo animal, derrete e se funde bem a massas, entanto ele não estica tanto quanto o animal. Por ter menor teor de sódio, seu sabor é menos marcante, não tão forte, mas saboroso, sendo impossível notar que sua composição é basicamente batata.

Assim, esse produto é revolucionário para o mercado brasileiro pela qualidade e preço acessível, entanto a abrangência ainda se fecha as capitais e grandes metrópoles.

Valores (informação de revendedores)

4,20 por 100g

20,00  ~ 23,00 por 500g

Como vemos, os preços são acessíveis, iguais ou até menores do queijo de origem animal.

Confira abaixo algumas fotos

Vídeo:  tapioca com queijo superbom

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Minhas impressões sobre o queijo vegano da Superbom e da Glutadela

Fonte

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Papo Vegano: derrubando os 7 principais argumentos de carnistas

1. As plantinhas também sentem

Por mais que ouça essa falácia absurda, não consigo deixar de ficar abismado sempre que a usam de novo. Será mesmo que alguém não consegue distinguir moralmente, um porco esfaqueado de um tomate “esfaqueado”? Uma vaca degolada de uma banana “degolada”? Uma galinha fervida viva de uma batata fervida “viva”? Independentemente de se tratar de pura desonestidade intelectual, ou uma assombrosa ignorância pré-Darwiniana, vamos aos fatos.

Plantas, embora possam reagir a determinados estímulos ambientais, não possuem órgãos nervosos ou sensoriais. Em suma: ao contrário dos animais confinados, torturados e mortos pela indústria pecuária, plantas não têm um cérebro, ou nada que se assemelhe a um. Nem sequer de um ponto de vista evolutivo faria qualquer sentido que as plantas sofressem, uma vez que elas não podem se mover, e, portanto, não poderiam se livrar de um eventual estímulo doloroso [1].

A falácia de que as plantas possuem pensamentos e sentimentos nasceu com a “pesquisa” de Cleve Backster, publicada no “Jornal Internacional de Parapsicologia” em 1968. Acontece que Backster, além de ser completamente ignorante, tanto a respeito de ciências vegetais quanto animais, também está ligado a todo tipo de ideias ocultas e pseudocientíficas. Seu trabalho já foi citado na defesa da visão remota, rabdomancia, diversas formas de teorias “energéticas”, e do programa Silva de controle da mente, tendo inclusive ele próprio participado de uma das “Convenções Silva”, no Texas [1]. Finalmente, saiba que as ideias pseudocientíficas de Backster foram amplamente refutadas pela comunidade científica [KMETZ, 1977; LEWIS e GASTEIGER, 1975; Skeptical Inquirer, 1978].

Mas, se depois disso tudo, você ainda insistir nessa baboseira, eis a pá de cal sobre o assunto: Em um sistema estupidamente ineficiente, a pecuária gasta 7kg de plantas para a produção de apenas 1kg de carne [2]. Então, se você realmente está preocupado com o sofrimento das plantinhas, seja coerente com o seu próprio argumento, e pare de comer animais.

2. Mas meus antepassados comiam carne

Sério? Seus antepassados também praticavam escravidão, estupros e sacrifícios humanos, e isso não significa que nós tenhamos que trazer essas “tradições” de volta.

É até provável que a carne tenha tido um papel importante na evolução da nossa espécie [Novo estudo coloca plantas como vitais na evolução do cérebro humano], mas seja como for, você não é mais um caçador-coletor correndo pelado na savana africana atrás de qualquer coisa que possa matar sua fome. O nosso contexto atual é o de um planeta saturado pelo crescimento exponencial da população humana, sendo a pecuária a indústria mais nociva da face da Terra.

Conforme deixa claro o Instituto World Watch, “o apetite humano por carne é uma força motriz por trás de praticamente todas as categorias de danos ambientais que atualmente ameaçam o futuro da humanidade: desmatamento, erosão do solo, escassez de água, poluição da água e do ar, aquecimento global, perda de biodiversidade, injustiça social, desestabilização de comunidades, e propagação de doenças.” [3]

A conclusão é uma só: se você se preocupa com a longevidade dos seres humanos como espécie, a melhor coisa que pode fazer é parar de patrocinar essa indústria.

3. Mas e as proteínas!?

Inúmeras organizações de saúde – nacionais e internacionais – atestam a dieta vegetariana estrita bem planejada como perfeitamente saudável para todas as idades, incluindo gestantes e crianças, bem como para atletas [4, 5, 6, 7].

Entre elas está a maior associação de nutricionistas dos EUA, a Associação Dietética Americana (ADA). Ao abordar a questão da proteína nas dietas vegetarianas em seu último documento oficial publicado este ano, eles foram enfáticos:

“A preocupação sobre os vegetarianos – especialmente os veganos e os atletas veganos – não consumirem proteína em quantidade e qualidade suficientes não tem fundamento. As dietas vegetarianas que incluem uma variedade de produtos vegetais fornecem a mesma qualidade proteica que as dietas que incluem carne.”

E pra quem gosta menos de teoria e mais da prática, não seja por isso. Existem numerosos exemplos de atletas e fisiculturistas veganos, que são muito bem sucedidos em suas respectivas modalidades, incluindo um recordista mundial de força [Patrik Baboumian 555 Kilogram World record], e um recordista mundial de ultramaratona [Novo recorde de ultramaratonista comprova alto rendimento de veganos no esporte].

Felipe Garcia, campeão de fisiculturismo 2015, categoria CLASS 1.

4. Os leões comem carne

Verdade. E também não hesitarão em matar os filhotes alheios só para copular com a mãe deles. Você também é defensor dessa prática? Aliás, você come cocô? Afinal, coelhos fazem isso. É apologista do estupro? Focas fazem isso…

Dito isso, é fácil perceber que nós não usamos os animais como modelo de comportamento moral, e de fato, quem faz isso desonestamente sob demanda, está incorrendo em uma falácia grosseira: a falácia naturalista.

E de qualquer forma, há um enorme abismo moral entre matar por sobrevivência (voltando aos leões), e matar pelo simples prazer do paladar, ainda mais quando botamos na balança as consequências desastrosas da pecuária para o meio ambiente.

Em resumo, vê se aprende pra não sair por aí passando vergonha: moral ≠ natural.

5. Veganos hipócritas não podem salvar todos os animais

Infelizmente nascemos em uma sociedade baseada em exploração animal, e eu não posso simplesmente me suicidar ou me mudar pra Marte. Mas isso não significa que nós não possamos ou não devamos fazer nada a respeito da crueldade animal institucionalizada.

De fato, a própria definição original do veganismo, cunhada por ninguém menos do que o seu fundador, Donald Watson, já desfaz essa ideia equivocada (grifo meu):

“[…] é um estilo de vida que procura excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e crueldade com os animais, para alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade.”

Sendo imparciais, essa falácia soa como:

“Se não posso tudo, escolho nada”, ou;

“Pra quê errar apenas 50%, se eu posso errar 100%”.

O máximo que alguém que lance uso dessa argumentação falaciosa conseguirá, é assinar o seu próprio atestado de mediocridade. Uma vez que os animais têm a mesma capacidade de sofrimento que nós temos (não se esqueça: também somos animais), e que já compreendemos que é errado impor sofrimento desnecessário, torna-se um imperativo moral fazermos tudo o que for possível para minimizar o sofrimento deles, e nada pode ser mais efetivo nesse sentido, do que a adoção do veganismo como estilo de vida, ainda que atualmente ninguém possa ser 100% vegano.

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6. Não cheguei no topo da cadeia pra comer alface

De tão maçante e impertinente, essa falácia já mereceu um artigo à parte no nosso Blog. Mas caso você não tenha lido, aqui vai um resumo:

Não. Você não está no topo da cadeia alimentar. Pra dizer a verdade, não chega nem na metade dela. Para chegar a essa conclusão, um grupo de pesquisadores franceses utilizou dados das Nações Unidas sobre alimentação e agropecuária, de 176 países, para calcular, pela primeira vez, o nível trófico humano [8].

Numa escala de 1 a 5, com o 1 representando a pontuação de um produtor primário (plantas), e o 5 representando um predador de topo de cadeia (um animal que se alimente apenas de carne e que tenha poucos ou nenhum predador, como o crocodilo ou o tigre), descobriu-se que os seres humanos alcançam um modesto 2,21, nos equiparando com porcos e anchovas.

Além disso, resta a dificuldade de enquadrar a espécie humana em uma cadeia alimentar, cujo significado invariavelmente evoca equilíbrio e sustentabilidade, já que somos os responsáveis por nada menos do que a sexta extinção em massa de toda história geológica do nosso planeta [9, 10].

“Os humanos são o equivalente ao asteroide que colidiu com a Terra. Estamos causando extinções um pouco mais devagar que o asteroide, mas não muito.”
– Clinton Jenkins, Ecólogo.

7. Tá na Bíblia!

Concordo. O Antigo Testamento deixa claro que o homem está na Terra para incutir “temor e pavor” sobre os animais, que “nas nossas mãos são entregues” [Gêneses 9:2].

Mas apenas caso você tenha perdido algumas partes do “bom livro” na sua escolinha dominical bíblica, lá também está escrito que você pode vender a sua filha como escrava sexual [Êxodo 21:7], que pode bater no seu escravo com pau, desde que ele sobreviva por um dia ou dois [Êxodo 21:20-21], que você deve apedrejar uma noiva que não consiga comprovar a sua virgindade [Deuteronômio 22:13-21], que mulheres que dão à luz são imundas [Levítico, 12:2; Levítico 12:5], e que as mulheres devem calar a boca em uma igreja, não ensinar, e serem submissas aos maridos [1Coríntios, 14:34-35; 1Timóteo 2:11-12], entre muitas outras aberrações, as quais eu poderia passar uma semana inteira escrevendo.

A pergunta é: você também é fiel a todas essas partes, ou somente àquelas que lhe convém? Um conselho grátis: se você pretende ser levado a sério em qualquer discussão do século XXI, guarde o seu manual de vida da Idade do Ferro em casa, ou mantenha-o restrito à sua igreja, seja ela qual for.

Pedro Abreu é colaborador do O Holocausto Animal, ateu militante, e vegano.

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Fonte original

O Holocausto animal