Como ocorre o abate animal

Você sabe como ocorre o abate da carne que é consumida?

À CAMINHO DO PRATO
1º Estágio
Ao chegar do transporte, os porcos são conduzidos através de currais.

2º Estágio
Os animais são desacordados através de eletrochoques dolorosos que, na maioria das vezes, causam somente a paralisia e os mesmos permanecem conscientes.

3º Estágio
São então pendurados em correntes por uma das patas traseiras.

4º Estágio
São degolados com uma faca afiada, onde se aguarda então o sangue escorrer para os tanques.

5º Estágio
São imersos em água fervente (muitos animais são mergulhados conscientes na fervura).

6º Estágio
Passam pelo processo de esfola onde a pele é toda retirada.

7º Estágio
Chegam a mesa de corte onde são retiradas suas vísceras e a carne cortada.

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Fonte: Instituto Nina Rosa (via Veganismo O Novo Mundo)

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Coletor menstrual: por que não falamos dele?

À primeira vista, ele parece um cálice feito de silicone. Embora possa causar estranheza no início, a maioria das mulheres que o experimenta diz que não vive mais sem ele. Mesmo assim, pouca gente o conhece ou já ouviu falar dele.

O coletor menstrual, também chamado de “copinho”, é um dispositivo usado para coletar o sangue menstrual. Ajustável ao corpo, oferece baixo risco de infecções (não há nenhum caso de Síndrome do Choque Tóxico registrado com seu uso, por exemplo), é hipoalergênico, econômico – custa de R$ 85,00 a R$ 150, 00 –  e reutilizável, podendo durar de cinco a dez anos.

Ao contrário do absorvente interno, que precisa ser introduzido no fundo do canal vaginal, o coletor deve ser colocado na entrada da vagina, o que pode causar certo desconforto durante o período de adaptação, que costuma variar de dois a cinco ciclos, em média.

Segundo a doutora Renata Lopes Ribeiro, médica-assistente da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da FMUSP e membro da equipe de Medicina Fetal do Fleury e da Maternidade São Luiz (SP), é preciso esvaziá-lo a cada 6 a 12 horas, dependendo da intensidade do fluxo menstrual. Para higienizá-lo, basta lavá-lo com água fria e sabão e ferve-lo após o período menstrual. Como o sangue não entra em contato com o ar, o coletor também evita o mau odor, que pode ocorrer com o uso de absorventes externos.

Em geral, as marcas disponíveis no mercado oferecem dois tamanhos de coletores, um para mulheres que não tiveram filhos e outro para as que já tiveram. O dispositivo não está à venda em farmácias, somente pela internet. Sua única restrição de uso vale para quem ainda não teve relações sexuais, pois o hímen pode se romper na hora de introduzir ou retirar o copinho, e para as puérperas (mulheres que tiveram filhos há menos de 40 dias).

“Não existe um tipo de absorvente que seja universalmente melhor para todas as mulheres. É preciso considerar as características do absorvente, assim como o perfil do ciclo menstrual, as preferências e estilo de vida de cada mulher que irá utilizá-lo. É bom saber que existem opções que contemplem as necessidades de cada uma de nós”, salienta a dra. Renata.

Com todas essas vantagens, é de se estranhar que pouco se fale a respeito dos coletores. Por que um dispositivo relativamente barato, sustentável (o absorvente externo demora cerca de 100 anos para se degradar na natureza e o interno, mais ou menos um ano), que oferece baixo risco de infecções e mais liberdade à mulher é tão pouco divulgado?

Uma coisa é certa: para usar o coletor, a mulher precisa entrar em contato com o próprio corpo, tocá-lo, conhecê-lo, aceitá-lo. Em uma sociedade em que falar sobre o funcionamento e as necessidades do corpo feminino ainda é tabu, em que mesmo hoje em dia algumas meninas escondem até da mãe, mulher como elas, que menstruaram, é fácil entender por que pouco se fala sobre o dispositivo. Espera-se de nós, mulheres, que lidemos com a menstruação em segredo.

Devemos apoiar toda iniciativa que vise a dar mais liberdade e opção de escolha para a mulher. Cada uma tem um corpo, uma história, e quanto mais alternativas tivermos, melhor. Portanto, é hora de olharmos com mais carinho para elas. E para nós.

Fonte

Drauzio Varella

LED faz crescer verduras de boa qualidade

Novo meio de cultivo já contribui para o abastecimento no Japão e nos EUA

ShigeharuShimamura e o cultivo no Japão (Foto: GE)

Além de ser a mais promissora fonte de iluminação, inclusive para grandes projetos urbanos, o LED vem revelando outras propriedades animadoras, como o cultivo de verduras. Nos últimos anos, a tecnologia para isso avançou muito, a ponto de já ser usada na prática para abastecer mercados.

Embora o LED ainda seja mais caro do que as lâmpadas tradicionais, o que impacta o investimento inicial, seu uso na agricultura em ambientes interiores pode ser programado e otimizado, podendo resultar em economia de energia e em alimentos mais nutritivos, frescos e saborosos. A possibilidade de cultivá-los nas cidades também diminui os custos com transporte e reduz o tempo entre a plantação e a mesa.

Na longa história dos esforços da agricultura para controlar e evitar os reveses climáticos, as variações sazonais e as pragas, além de melhorar a qualidade dos produtos, o uso de iluminação artificial em estufas – para compensar a falta de luz à noite, por exemplo – não é novidade. O cultivo em interiores também permite reciclar a água e, por meio de sensores, detectar deficiências químicas que podem ser sanadas pela iluminação dirigida.

O que o LED traz de vantagem principal é a possibilidade de utilizar a luz apenas em algumas fases do crescimento das plantas e direcionar as ondas para “programar” o cultivo. Os ciclos de crescimento podem ser diminuídos pela metade, segundo fabricantes de LED.

Além disso, a luz fria aumenta a intensidade da fotossíntese e diminui os custos com os aquecedores de ar. Pode ser instalada mais perto das plantas sem queimá-las, o que aumenta a possibilidade de concentrar a plantação em espaços menores. E pode ser ajustada para produzir verduras mais macias ou mais crocantes. Finalmente, o uso intensivo do LED, na agricultura e em todas as outras utilizações, tende a aumentar a produção e diminuir o preço por unidade.

Na prática, a tecnologia vem tendo resultados extraordinários na produção de alface, couve e temperos como manjericão, orégano e cebolinha. Cidades como Nova York e Chicago já consomem plantas cultivadas por hidroponia e iluminadas por LED.

Um dos exemplos mais bem-sucedidos nessa área está ocorrendo no Japão, com tecnologia GE. O projeto foi assumido pela prefeitura da cidade de Miyagi, no leste do país. O Japão é um dos países mais interessados em novas tecnologias no campo da alimentação por ser um país de grande população, pouco espaço e uma geografia acidentada e pouco irrigada, além de sujeito a desastres naturais como terremotos e tsunamis.

O biólogo Shigeharu Shimamura transformou uma antiga fábrica na maior fazenda urbana do mundo, com 15 andares e iluminada por 17.500 luzes de LED desenvolvidas pela GE para emitir comprimentos de onda ideais para o crescimento das plantas. O ambiente gerado por essas lâmpadas ganha um banho cor de rosa muito próprio, que faz o cenário parecer de filme de ficção científica.

A produção já chega a 10 mil pés de alface por dia. “Queremos chegar à combinação perfeita de fotossíntese durante o dia e respiração durante a noite, controlando a iluminação e o ambiente”, disse Shimamura ao GE Reports. Ele afirma que o sistema permite cultivar alfaces ricos em vitaminas e sais minerais com rapidez duas vezes e meia maior do que uma cultura tradicional.

Segundo Shimamura, a porcentagem de alfaces descartadas por má qualidade caiu de 50% para 10%. Controlando temperatura, umidade e irrigação, o uso de água chega a 1% do necessário em campos abertos de cultivo. Os LEDs apresentados pela GE para a parceria duram mais e consomem 40% menos energia do que as luzes fluorescentes tradicionalmente usadas em cultivos em ambientes fechados.

Mirai e a GE estão agora promovendo a replicação da experiência em Hong Kong e na Rússia. A tecnologia LED não é apropriada para o cultivo de alimentos como o milho e a batata, mas são culturas que se desenvolvem com bastante eficiência em produções extensivas ao ar livre.

Referencias

Revista Galileu

70% Das doenças modernas são de origem animal, afirma novo relatório da ONU

Carnes, ovos e laticínios: ruins para os animais, ruins para a sua saúde, ruins para o meio ambiente. Bons para os latifundiários pecuaristas.

A humanidade poderia se ver livre de sete em cada dez doenças que apareceram nas últimas décadas, caso nosso apetite por produtos de origem animal não fosse tão forte como é hoje. Carnes – especialmente de frango, porco, boi, peixes, laticínios estão entre os vilões da saúde segundo um novo estudo publicado nesta segunda-feira (16) pelas Nações Unidas (ONU).

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Através da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a ONU alertou em seu relatório intitulado “World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes.”(“Pecuária Mundial 2013: Mudando o Panorama das Doenças”, em tradução livre) que a busca por mais alimentos de origem animal tem deixado nossa sociedade mais doente, com as ditas doenças modernas que não aconteciam com tanta frequência no passado:

O aumento da população, a expansão agrícola e a existência de cada vez mais cadeias de abastecimento alimentar globais alteraram dramaticamente a forma como as doenças emergem, como passam de uma espécie para outra e como se espalham.” – diz o texto.

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O consumo de produtos de origem animal pode trazer problemas diretos como doenças cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de câncer, derrames, etc., mas é ainda mais nocivo se pensarmos que toda a dieta baseada em grandes quantidades de proteína de origem animal demanda quantidades imensas de recursos naturais.

Com o meio ambiente afetado, a tendências de novas doenças surgirem é maior. Por causa da globalização, há ainda maior facilidade de um novo vírus se espalhar, como já aconteceu com as gripes aviária e suína. Segundo a ONU, nenhuma outra atividade humana exige tantos recursos naturais como terra e água como a criação de animais para o consumo de sua carne e para a produção de leite, ovos e outros produtos de origem animal.

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Criações intensivas como as de frango para carne, de galinhas para a produção de ovos e a de porcos são grandes celeiros de novas doenças, uma vez que a proximidade dos animais e as condições quase sempre insalubres do ambiente colaboram para a proliferação de doenças. Contudo, ainda segundo o relatório, mesmo nos casos em que os animais são criados de forma extensiva, há risco de doenças serem levadas por grandes distâncias e afetarem outras regiões.

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Fonte 

Quanto mais o mundo consome produtos de origem animal, mais animais precisam ser criados em espaços cada vez menores e mais antibióticos e hormônios são dados a eles. É um ciclo perigoso.

MelkkarussellFonte

Fonte da matéria

Yogui

O perigo da radiação das redes sem fio e celular

Estão saindo pesquisas que buscar correlacionar as influências do uso das tecnologias sem fio e sua radiação e as potenciais influências para nosso corpo, aqui comentarei sobre algumas destas pesquisas.

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Fonte

Sobre o celular

O celular emite radiação eletromagnética por uma antena no aparelho, sendo maior que a utilizada por rádio. Um dos seus maiores problemas é a proximidade com o corpo, principalmente a cabeça, pelo qual é absorvida sendo potenciamente perigosa ao corpo.

“Em pesquisas realizadas pelo Interphone Study Group em parceria com a Internacional Agency for Research on Cancer (IARC), concluiu-se que existem suspeitas de aumento de tumor maligno no sistema nervoso central para usuários que utilizam frequentemente o celular do mesmo lado da cabeça” (fonte), desta forma, a radiação do celular é classificada como potencialmente perigosa ao ser humano, mas necessita-se de maiores pesquisas para sua confirmação como cancerígena.

A Universidade de Oxiford analisou correlações de aumento de risco de tumores com o uso prolongado do celular por mais de 5 anos, sendo proporcinal ou aumento dos anos de uso. Correlações foram feitas que com o uso por 10 anos, podendo aumentar em 40% a chance de câncer, quando é usado próximo a cabeça por 30 minutos diários.

Outras fontes de radiação eletromagnética

Antenas de telecomunicação, linhas de transmissão de energia elétrica, equipamentos eletroeletrônicos, eletrodomésticos (como microondas defeituoso ou não bem selado, segundo a Anatel), antenas de radiodifusão (TV e rádio AM e FM), radares e telefones.

Destes, os mais perigosos são as antenas de comunicação celular. Abaixo dos estudos realizados.

Um estudo em Belo Horizonte foi realizado a correlação entre as mortes por neoplasia (tumor maligno) e a presença de estações radiobase (antenas e torres) na localidade. Em 10 anos, mais de 7 mil mortes ocorreram por neoplasia, dentro de até 500 metros das estações radiobase. Fora desse raio, as mortes por neoplasia foram decrescendo proporcionalmente à distância das torres e antenas.

Na Índia, um dos casos ocorreu em Mumbai, em 2010, com 6 casos de câncer em andares de um edifício localizado em frente a várias antenas e torres de telecomunicação.

Pesquisas com redes sem fio e celulares

Igor Yakymenko comenta sobre pesquisas envolvendo celulares e redes sem fio como a Wifi, e seus efeitos em nossa saúde. A ação destas tecnologias são responsáveis pelo estresse oxidativo, que é descrito como um desiquilíbrio metabólico em nosso corpo, que influência várias doenças neurodegenerativas e câncer, como também, dor de cabeça, fadiga e irritação da pele, que podem ocorrer após exposição a longo prazo a radiofrequência.

As células obtém esse efeito pela exposição a ambientes agressivos ou a radiação sem fim comum. Nesta última, além da internet Wifi e uso de celulares, podemos enquadrar o uso de microondas. “Pesquisas recentes demonstram possíveis efeitos cancerígenos da radiofrequência (RFR) e da radiação de microondas. Em 2011, a Agência Internacional de Investigação do Câncer classificou a RFR como um possível agente cancerígeno para os seres humanos.” (fonte) Entretanto, ainda falta maiores explicação de seu funcionamento.

Diminuição de danos

Para o momento, a única forma de evitar seus efeitos nocivos é o uso moderado destas tecnologias;

Para o celular, utilize o viva voz ou fones de ouvidos externos e bluetooth;

Prefira mensagens de texto ao aproximar o aparelho a cabeça e quando possível, longe do corpo;

Adote um único aparelho ou celular dualchip;

Busque por capas e acessórios para diminuir a radiação do aparelho, e o contato com o corpo;

Não guarde próximo ao corpo, como nos bolsos;

Não durma com o celular em baixo do travesseiro, deixe num local distante de pelo menos 1 metro;

Deslique quando não estiver utilizando;

Referencias

Hypescience

Hypescience 5 dicas para diminuir a radiação do celular

eCycle

Como identificar alimentos com ovos

Os ovos são comumente utilizados nos alimentos industrializados e nas padarias, para dar liga, sabor, cor e umidade as massas.

Está presente em praticamente tudo que é comprado pronto, de pães a bolos, doces, salgados, macarrão… Quando pensar em massas compradas , congeladas e pré-prontas pense em ovos.

O problema além de sua ampla utilização, é que muitos dos alimentos não incluem que tem ovos na descrição das embalagens, algo que já se vê mais corriqueiramente com a lactose. Isto complica a vida tanto de alérgicos quanto de veganos.

Abaixo os ingredientes clássicos que indicam ovos.

  • Albumina
  • Clara (egg white)
  • Conalbumina
  • Flavoproteína
  • Fosvitina
  • Gema (egg yolk)
  • Ovoglobulina
  • Sólidos de ovo
  • Ovotransferrina
  • Globulina
  • Grânulo
  • Lipoproteína de baixa densidade
  • Lecitina
  • Livetina
  • Lipovitelina
  • Lisozima (E1 105)
  • Ovomucina
  • Ovomucóide
  • Vitelina
  • Ovalbumina
  • Ovovitelina
  • Plasma
  • Maionese
  • Simplesse
  • Gemada
  • Merengue

As padarias são locais perigosos, raramente se encontra algo que não tem ovos na massa e gordura animal, e o recheio seja puramente vegetal sem laticínios o impregnando.

Pergunte sempre

Se o atendente parecer confuso, pergunte a outro. Caso eles pareçam estar dizendo sem propriedade, não compre, o melhor não arriscar e aceitar o fato que as padarias não estão prontas para nem para ofertar aos alérgicos alimentares, como a lactose que é amplamente difundido hoje, imagine então para os alérgicos a glúten ou ovos, ou para os veganos.

Leia mais sobre formas de substituir os ovos nas receitas

Referencias

Alergia a leite

Identificando produtos com derivados do leite

Este post trás informações que podem auxiliar tanto veganos quanto intolerantes a lactose ou a proteína do leite.

 

Paes

Os pais tem tradicionalmente sua composição de água, gordura vegetal e farinha. Entanto, muitos podem ter a adição de ovos, leite, iogurte, gordura animal como de suínos ou bovinos, manteiga, margarina com leite em pó ou soro de leite…

Pães que tradicionalmente não contém lactose em sua composição:

  • Pão Francês
  • Pão Cervejinha
  • Pão baguete
  • Pão italiano
  • Pão ciabata
  • Pão árabe ou sírio
  • Para para hamburguer / cachorro-quente

Pães que tradicionalmente contém lactose em sua composição (preparados com manteiga, leite, queijo, etc):

  • Brioche
  • Pão de batata
  • Pão de forma
  • Pão de miga
  • Croissant
  • Pão de queijo

Esta lista de pães somente dá uma base para auxiliar na busca de pais sem lactose, entanto sempre pergunte a composição, se contém ovos, derivados do leite ou gordura animal. Ler os rótulos é algo constante na vida dos veganos.

Para auxiliar esta tarefa, segue ingredientes que tem lactose (ou seja, é derivado animal) e a que não contem lactose.

Ingredientes

Ingredientes derivados do leite

  • Lactoalbumina
  • Lactoglobulina
  • Fosfato de lactoalbumina
  • Lactato
  • Lactoferrina
  • Lactulose
  • Lactulona
  • Caseína
  • Caseína hidrolisada
  • Caseinato de cálcio
  • Caseinato de potássio
  • Caseinato de amônia
  • Caseinato de magnésio
  • Caseinato de sódio (ou estabilizantes com caseinato de sódio)
  • Chantilly (pode conter caseinato)
  • Creme de leite
  • Leite (integral, semi-desnatado, desnatado, em pó, condensado, evaporado, sem lactose, maltado, desidratado, fermentado, etc.)
  • Leitelho
  • Nata
  • Nougat
  • Soro de leite
  • Soro de leite deslactosado / desmineralizado
  • Gordura de leite
  • Coalhada
  • Proteína láctea
  • Proteína de leite hidrolisada
  • Whey protein (proteína do soro de leite em inglês)
  • Fermento lácteo
  • Gordura de manteiga, óleo de manteiga, éster de manteiga
  • Composto lácteo, mistura láctea
  • Lactose (é o açúcar do leite e não é alergênico, mas se tiver lactose no alimento provavelmente terá a proteína)

Ingredientes que podem ter lactose

  • Corante / saborizante caramelo
  • Sabor de açúcar mascavo
  • Chocolate (principalmente o ao leite)
  • Saborizantes naturais ou artificiais
  • Aroma ou sabor natural ou artificial de manteiga ou margarina
  • Creme de baunilha
  • Creme de coco

Fonte

Alimentos que normalmente tem derivados do leite

  • Caldo de carne industrializado (tipo Knor®)
  • Iogurte
  • Manteiga
  • Maionese industrialisada (pode conter leite em pó)
  • Margarina (pode conter leite em pó ou outro derivado de leite)
  • Biscoitos recheados
  • Creme para café (coffe-creamer)
  • Queijos (cabra, ovelha e búfala inclusive)
  • kefir
  • Nata / creme de leite
  • Requeijão
  • Coalhada
  • Pudim / Manjar
  • Sorvete e alguns sorbets
  • Sopas instantâneas cremosas
  • Molhos cremosos para salada
  • Purê de batatas / aipim / batata soutê
  • Salgadinhos (batatinha frita e similares)
  • Ghee (manteiga clarificada)
  • Empanados
  • Achocolatados (o Nescau®, apesar de não conter leite ou derivados em sua composição, hoje já está sendo rotulado como “contém traços de leite”)

Produtos que PODEM conter leite/derivados

  • Cereais matinais
  • Barras de cereais
  • Tofu (pode conter caseína)
  • Molhos cremosos
  • Sopas prontas / instantâneas cremosas
  • Alguns pães
  • Atum / sardinha enlatada
  • Frios (presunto, mortadela, e similares)
  • Patês (pode conter caseína)
  • Salsichas (pode conter proteínas do leite)
  • Salames (pode conter proteínas do leite)
  • Massa congelada
  • Nougat (torrone)
  • Alguns vinhos brancos
  • Alguns preparados que normalmente possuem leite em sua composição: pizza, purês e suflês, bolos, tortas, cremes, preparações gratinadas, legumes souté

Sobre os produtos que contêm traços de leite

Os produtos que contêm este rótulo não tem em seus ingredientes derivados do leite, entretanto estes foram feitos ou processados em máquinas que também processam alimentos com leite, e pode aderir estes resquícios por não haver higienização adequada e etc.

          Para quem é intolerante a lactose pode não fazer mal efetivo, mas para quem tem alergia a proteína do leite sim, é para ficar atento a alimentos com estes rótulos.

       Já para os veganos é uma questão ampla, pois o produto não têm derivado do leite mas você pode o estar ingerindo. E também, há a questão de estar sustentando uma empresa que apesar de ter produtos sem derivados animais, também tem produtos que os utiliza.

É uma questão a se refletir e buscar o melhor caminho para você.

Boa sorte em suas leituras rotulares 😉

Referências

Sem lactose

Lactose não

Alergia a leite

Minhas impressões sobre o queijo vegano da Superbom e da Glutadela

Após meu último post apresentado o queijo vegano da Superbom, mexi meus pauzinhos para comprar ele e aproveitei para adquirir a Glutadela também.

Eu encontrei estas belezinhas no Salvador Vegan Café, um café vegano (e espaço cultural) que oferece lanches inteiramente veganos, vendendo discos, livros outras coisas mais.

Como eu disse no post anterior, em minha cidade os mercados ainda não vendem o queijo da Superbom (pelo menos não os que eu vi até o momento), por isso quando o café anunciou que tinha em estoque em sua página do Facebook, corri para comprar.

No queijo paguei por volta de 30,00, variava conforme o sabor e tamanho. A Glutadela paguei por volta de 15,00.

Impressões do queijo

O queijo no corte já tinha uma textura muito similar ao queijo animal, ao derreter o queijo fica amolecido, mas não puxa-puxa como o original, lembrou aqueles queijos que colocam na borda da pizza e fica tipo um creme quando corta, ao morder num pão com esse queijo, ele grudou um pouco nos dentes.

O sabor me lembrou gordura vegetal com essência sintética de queijo, algo como margarina só que com um gosto a mais. Dependendo do sabor ele parece mais com o queijo animal, mas sempre tem um pouco do sabor de gordura vegetal.

Levei ambos para meus familiares (que não são vegetarianos) experimentarem e me falarem se gostaram e se trocariam este pelo animal. Das 3 pessoas que provaram, 2 não gostaram do queijo, relatando um gosto esquisito e que parecia margarina. O último não teve uma opinião sobre aprovar ou não.

Conclusão: eu achei gosto, com menos gosto de gordura vegetal se derretido. Como atualmente algumas vezes por semana por ele é enjoativo e não foi aprovado pela maioria dos comedores de queijo animal, entanto é uma opção a mais para vegetarianos incrementarem sua culinária. Dura também muito tempo, já deixe mais de 3 meses aberto na geladeira e ele continua comestível.

Impressões da Glutadela

A glutadela que comprei tinha sabor pimenta. Ao olhar era parecia uma mortadela, talves um pouco mais dura, ao cortar fatias finas ela esfarela facilmente.

Seu sabor é marcante e muito gostoso, gostei demais e com certeza irei voltar a comprar.

Levei para as mesmas 3 pessoas que provaram o queijo experimentar a glutadela também. Todos os 3 comentaram que gostaram muito, um até disse que trocaria a mortadela tradicional pela Glutadela. Desta forma, a glutadela teve aprovação total até podendo substituir os embutidos animais para os carnistas.

Abaixo meu vídeo amador mostrando os produtos:

E então, vale apena?

Para mim sim, ambos valeram a pena, pois eu tinha muita dificuldade de encontrar coisas salgadas para consumir junto com o pão, eu geralmente ficava na margarina, pastinha caseira de alho ou purê de batatas. O queijo e glutadela foi uma combinação perfeita para mim e meus cafés da manhã.

O custo benefício também achei ótimo, mas se fosse para escolher entre os 2 escolheria a glutadela, o seu sabor é muito marcante, principalmente no sabor pimenta. Mas a combinação queijo vegetal da Superbom com a Glutadela para mim fechou perfeitamente.

È isso pessoal, espero ter ajudado vocês a matar a curiosidade.

Caso tenham experiências com o queijo vegano ou a Glutadela podem postar nos comentários, irei adorar ler.

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