Coletor menstrual: por que não falamos dele?

À primeira vista, ele parece um cálice feito de silicone. Embora possa causar estranheza no início, a maioria das mulheres que o experimenta diz que não vive mais sem ele. Mesmo assim, pouca gente o conhece ou já ouviu falar dele.

O coletor menstrual, também chamado de “copinho”, é um dispositivo usado para coletar o sangue menstrual. Ajustável ao corpo, oferece baixo risco de infecções (não há nenhum caso de Síndrome do Choque Tóxico registrado com seu uso, por exemplo), é hipoalergênico, econômico – custa de R$ 85,00 a R$ 150, 00 –  e reutilizável, podendo durar de cinco a dez anos.

Ao contrário do absorvente interno, que precisa ser introduzido no fundo do canal vaginal, o coletor deve ser colocado na entrada da vagina, o que pode causar certo desconforto durante o período de adaptação, que costuma variar de dois a cinco ciclos, em média.

Segundo a doutora Renata Lopes Ribeiro, médica-assistente da Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da FMUSP e membro da equipe de Medicina Fetal do Fleury e da Maternidade São Luiz (SP), é preciso esvaziá-lo a cada 6 a 12 horas, dependendo da intensidade do fluxo menstrual. Para higienizá-lo, basta lavá-lo com água fria e sabão e ferve-lo após o período menstrual. Como o sangue não entra em contato com o ar, o coletor também evita o mau odor, que pode ocorrer com o uso de absorventes externos.

Em geral, as marcas disponíveis no mercado oferecem dois tamanhos de coletores, um para mulheres que não tiveram filhos e outro para as que já tiveram. O dispositivo não está à venda em farmácias, somente pela internet. Sua única restrição de uso vale para quem ainda não teve relações sexuais, pois o hímen pode se romper na hora de introduzir ou retirar o copinho, e para as puérperas (mulheres que tiveram filhos há menos de 40 dias).

“Não existe um tipo de absorvente que seja universalmente melhor para todas as mulheres. É preciso considerar as características do absorvente, assim como o perfil do ciclo menstrual, as preferências e estilo de vida de cada mulher que irá utilizá-lo. É bom saber que existem opções que contemplem as necessidades de cada uma de nós”, salienta a dra. Renata.

Com todas essas vantagens, é de se estranhar que pouco se fale a respeito dos coletores. Por que um dispositivo relativamente barato, sustentável (o absorvente externo demora cerca de 100 anos para se degradar na natureza e o interno, mais ou menos um ano), que oferece baixo risco de infecções e mais liberdade à mulher é tão pouco divulgado?

Uma coisa é certa: para usar o coletor, a mulher precisa entrar em contato com o próprio corpo, tocá-lo, conhecê-lo, aceitá-lo. Em uma sociedade em que falar sobre o funcionamento e as necessidades do corpo feminino ainda é tabu, em que mesmo hoje em dia algumas meninas escondem até da mãe, mulher como elas, que menstruaram, é fácil entender por que pouco se fala sobre o dispositivo. Espera-se de nós, mulheres, que lidemos com a menstruação em segredo.

Devemos apoiar toda iniciativa que vise a dar mais liberdade e opção de escolha para a mulher. Cada uma tem um corpo, uma história, e quanto mais alternativas tivermos, melhor. Portanto, é hora de olharmos com mais carinho para elas. E para nós.

Fonte

Drauzio Varella

LED faz crescer verduras de boa qualidade

Novo meio de cultivo já contribui para o abastecimento no Japão e nos EUA

ShigeharuShimamura e o cultivo no Japão (Foto: GE)

Além de ser a mais promissora fonte de iluminação, inclusive para grandes projetos urbanos, o LED vem revelando outras propriedades animadoras, como o cultivo de verduras. Nos últimos anos, a tecnologia para isso avançou muito, a ponto de já ser usada na prática para abastecer mercados.

Embora o LED ainda seja mais caro do que as lâmpadas tradicionais, o que impacta o investimento inicial, seu uso na agricultura em ambientes interiores pode ser programado e otimizado, podendo resultar em economia de energia e em alimentos mais nutritivos, frescos e saborosos. A possibilidade de cultivá-los nas cidades também diminui os custos com transporte e reduz o tempo entre a plantação e a mesa.

Na longa história dos esforços da agricultura para controlar e evitar os reveses climáticos, as variações sazonais e as pragas, além de melhorar a qualidade dos produtos, o uso de iluminação artificial em estufas – para compensar a falta de luz à noite, por exemplo – não é novidade. O cultivo em interiores também permite reciclar a água e, por meio de sensores, detectar deficiências químicas que podem ser sanadas pela iluminação dirigida.

O que o LED traz de vantagem principal é a possibilidade de utilizar a luz apenas em algumas fases do crescimento das plantas e direcionar as ondas para “programar” o cultivo. Os ciclos de crescimento podem ser diminuídos pela metade, segundo fabricantes de LED.

Além disso, a luz fria aumenta a intensidade da fotossíntese e diminui os custos com os aquecedores de ar. Pode ser instalada mais perto das plantas sem queimá-las, o que aumenta a possibilidade de concentrar a plantação em espaços menores. E pode ser ajustada para produzir verduras mais macias ou mais crocantes. Finalmente, o uso intensivo do LED, na agricultura e em todas as outras utilizações, tende a aumentar a produção e diminuir o preço por unidade.

Na prática, a tecnologia vem tendo resultados extraordinários na produção de alface, couve e temperos como manjericão, orégano e cebolinha. Cidades como Nova York e Chicago já consomem plantas cultivadas por hidroponia e iluminadas por LED.

Um dos exemplos mais bem-sucedidos nessa área está ocorrendo no Japão, com tecnologia GE. O projeto foi assumido pela prefeitura da cidade de Miyagi, no leste do país. O Japão é um dos países mais interessados em novas tecnologias no campo da alimentação por ser um país de grande população, pouco espaço e uma geografia acidentada e pouco irrigada, além de sujeito a desastres naturais como terremotos e tsunamis.

O biólogo Shigeharu Shimamura transformou uma antiga fábrica na maior fazenda urbana do mundo, com 15 andares e iluminada por 17.500 luzes de LED desenvolvidas pela GE para emitir comprimentos de onda ideais para o crescimento das plantas. O ambiente gerado por essas lâmpadas ganha um banho cor de rosa muito próprio, que faz o cenário parecer de filme de ficção científica.

A produção já chega a 10 mil pés de alface por dia. “Queremos chegar à combinação perfeita de fotossíntese durante o dia e respiração durante a noite, controlando a iluminação e o ambiente”, disse Shimamura ao GE Reports. Ele afirma que o sistema permite cultivar alfaces ricos em vitaminas e sais minerais com rapidez duas vezes e meia maior do que uma cultura tradicional.

Segundo Shimamura, a porcentagem de alfaces descartadas por má qualidade caiu de 50% para 10%. Controlando temperatura, umidade e irrigação, o uso de água chega a 1% do necessário em campos abertos de cultivo. Os LEDs apresentados pela GE para a parceria duram mais e consomem 40% menos energia do que as luzes fluorescentes tradicionalmente usadas em cultivos em ambientes fechados.

Mirai e a GE estão agora promovendo a replicação da experiência em Hong Kong e na Rússia. A tecnologia LED não é apropriada para o cultivo de alimentos como o milho e a batata, mas são culturas que se desenvolvem com bastante eficiência em produções extensivas ao ar livre.

Referencias

Revista Galileu

70% Das doenças modernas são de origem animal, afirma novo relatório da ONU

Carnes, ovos e laticínios: ruins para os animais, ruins para a sua saúde, ruins para o meio ambiente. Bons para os latifundiários pecuaristas.

A humanidade poderia se ver livre de sete em cada dez doenças que apareceram nas últimas décadas, caso nosso apetite por produtos de origem animal não fosse tão forte como é hoje. Carnes – especialmente de frango, porco, boi, peixes, laticínios estão entre os vilões da saúde segundo um novo estudo publicado nesta segunda-feira (16) pelas Nações Unidas (ONU).

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Através da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), a ONU alertou em seu relatório intitulado “World Livestock 2013: Changing Disease Landscapes.”(“Pecuária Mundial 2013: Mudando o Panorama das Doenças”, em tradução livre) que a busca por mais alimentos de origem animal tem deixado nossa sociedade mais doente, com as ditas doenças modernas que não aconteciam com tanta frequência no passado:

O aumento da população, a expansão agrícola e a existência de cada vez mais cadeias de abastecimento alimentar globais alteraram dramaticamente a forma como as doenças emergem, como passam de uma espécie para outra e como se espalham.” – diz o texto.

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O consumo de produtos de origem animal pode trazer problemas diretos como doenças cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de câncer, derrames, etc., mas é ainda mais nocivo se pensarmos que toda a dieta baseada em grandes quantidades de proteína de origem animal demanda quantidades imensas de recursos naturais.

Com o meio ambiente afetado, a tendências de novas doenças surgirem é maior. Por causa da globalização, há ainda maior facilidade de um novo vírus se espalhar, como já aconteceu com as gripes aviária e suína. Segundo a ONU, nenhuma outra atividade humana exige tantos recursos naturais como terra e água como a criação de animais para o consumo de sua carne e para a produção de leite, ovos e outros produtos de origem animal.

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Criações intensivas como as de frango para carne, de galinhas para a produção de ovos e a de porcos são grandes celeiros de novas doenças, uma vez que a proximidade dos animais e as condições quase sempre insalubres do ambiente colaboram para a proliferação de doenças. Contudo, ainda segundo o relatório, mesmo nos casos em que os animais são criados de forma extensiva, há risco de doenças serem levadas por grandes distâncias e afetarem outras regiões.

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Fonte 

Quanto mais o mundo consome produtos de origem animal, mais animais precisam ser criados em espaços cada vez menores e mais antibióticos e hormônios são dados a eles. É um ciclo perigoso.

MelkkarussellFonte

Fonte da matéria

Yogui

Vídeo: curta animação leva a reflexão sobre o consumismo desenfreado

A animação abaixo mostra a busca do homem pela dominação e consumismo, visando o benefícios próprios, sem ponderação das consequências ou respeito por qualquer tipo de vida, que infelizmente é a realidade de nossa história e se acentuou  em nossa sociedade moderna atual, tanto pelo aumento do consumo, quanto pelo meio de produção em grande escala e aumento populacional.

Reino Unido lança barraca que capta energia solar

A Orange Solar Tent veio para facilitar a vida no camping e trazer mais conforto. Descubra abaixo o por que.

Essa barraca converte a energia coletada em energia para a barraca, promovendo iluminação, controle de temperatura, carregar eletrônicos (sistema de indução magnética sem fios) e capta sinal de wifi.

A Orange é fruto da Kaleidoscope e Orange Communication. Tudo isso ocorre porque o tecido da barraca absorve os raios solares, como se fossem painéis, e contém dispositivos que acompanham a movimentação da luz, garantido maior absorção.

Abaixo, a  imagem do protótipo:

Vídeo

Referência

Pensamento Verde

Confira 15 dicas para levar a sustentabilidade ao seu dia a dia

Que tal umas dicas para ajudar nosso dia a dia a ser mais sustentável e consciente ?

1) Economize água
Estima-se que uma única torneira pingando pouco mais de uma gota por segundo pode desperdiçar, em um dia, 46 litros de água. Então não deixe a torneira aberta mais tempo que o necessário e conserte vazamentos rapidamente. Construa cisternas para armazenar a água da chuva e use-a para lavar o quintal. Também reaproveite a água da máquina de lavar roupa para regar jardins e abastecer vasos sanitários.

2) Utilize produtos biodegradáveis
Os produtos de limpeza e higiene contêm substâncias químicas tóxicas que fazem mal à saúde e ao meio ambiente. Dessa forma, substitua produtos de limpeza à base de cloro por vinagre e bicarbonato de sódio. Além disso, procure comprar produtos de menor impacto, como sabões e detergentes biodegradáveis.

Também tem como fazer produtos de higiene e limpesa de forma caseira, o que te faz economizar dinheiro e diminuir a poluição na água e impactos ambientais, além de ser divertido (: em breve postarei uns tutoriais.

3) Alimentos orgânicos fazem bem para a saúde
Sem pesticidas ou metais pesados, os alimentos orgânicos promovem benefícios para a saúde e, claro, para o meio ambiente, já que não interferem negativamente nos solos de cultivo. Ao optar por esse tipo de alimentação, você ajudará também no desenvolvimento local e na agricultura familiar, uma forma consciente de consumo.

Produte se inteirar das feiras de orgânicos ou pequenos produtores de sua cidade.

4) Não ao desperdício
O consumo consciente está ligado diretamente à quantidade de comida desperdiçada. Para evitar que isso aconteça, compre menos no supermercado para não deixar que os alimentos vençam e cozinhe a quantidade suficiente para que não estrague e você precise jogar fora.

Utilize as sobras para preparar outros alimentos.

5) Consuma menos carne
A pecuária bovina é a maior responsável pelo desmatamento no Brasil e um dos maiores consumidores de água do planeta. Além disso, os animais passam por situações degradantes até chegar à sua mesa e são alimentados com insumos que fazem mal até mesmo à sua saúde. Por isso, pense duas vezes antes de consumir.

6) Separe o lixo reciclável
Apesar de ser uma dica simples e já conhecida, nunca é demais lembrar da necessidade da coleta seletiva para que haja destinação correta dos resíduos e evitar a contaminação de lagos e solos. Por isso, tenha uma lixeira em casa destinada à separação de lixo reciclável.

Para o lixo orgânico, pode ser feito compostágem e adubo, caso tenha uma horta em casa. Assim seu lixo será diminuido e suas plantas agradecerão.

7) Use menos o carro
Atualmente, um dos maiores problemas da sociedade é a mobilidade urbana. O crescimento dos grandes centros e o trânsito cada vez mais caótico têm se tornado um desafio para quem quer chegar a determinado ponto da cidade de carro. Por isso, uma alternativa sustentável é usar transporte público, bicicleta ou caminhar no lugar dos automóveis. Além de reduzir o estresse, você ainda colabora com o meio ambiente.

Aproveite para se exercitar, desestresas e relaxar, levar seu cão para passear, dar um passeio… Com o tempo, você verá que poderá andar cada vez mais longe sem o carro, e apreciar o ambiente a sua volta sem se preocupar com o trânsito.

8) Ao sair, apague as luzes
Nunca deixe as luzes acesas. Apague-as sempre que necessário e, quando possível, prefira a luz do Sol, abrindo as janelas, cortinas e persianas.

Produte utilizar a luz elétrica somente a noite, ou quando estiver lendo. Aproveite, deixe a luz natural entrar e obtenha um pouco de vitamina D.

9) Tire os eletrodomésticos da tomada
Faça uma vistoria na casa toda para achar os equipamentos que estão ligados desnecessariamente. Você vai reduzir o seu consumo de energia drasticamente, acredite!

10) Cultive áreas verdes
Manter uma área verde próxima a você pode resultar em menos estresse, além do benefício ambiental, é claro! Por isso, cultive gramados, jardins e até mesmo mini-hortas em casa. Além de oferecer conforto térmico, a vegetação valoriza os imóveis e melhora o ambiente.

Tem uma horta é muito divertido, além de prático, podendo evitar idas ao mercado. E a alimentação é natural, sem pesticidas.

11) Diminua o uso de embalagens
Evite usar sacolas plásticas no seu dia a dia, já que o material demora muitos anos para se degradar e polui o meio ambiente. Ao comprar produtos, leve sua própria sacola de pano ou prefira as caixas de papelão.

12) Evite materiais descartáveis
No lugar dos copos plásticos ou das garrafinhas, use uma caneca ou uma garrafa de vidro para evitar ao máximo usar bandejas, pratos, talheres e tudo que for descartável.

Assim, em festas de aniversário utilize louças, no trabalho tenha sua xícara e copo, como também, talheres… essas pequenas ações diminuem uma grande quantidade de lixo que você não percebe que gera.

13) Pense antes de comprar
A empolgação muitas vezes toma conta de nós em uma liquidação e até mesmo em um supermercado. Por isso, pare e respire: você vai evitar comprar por impulso coisas que não precisa, mesmo que estejam em uma “super promoção”.

Organize suas compras, faça planejamentos, utilize planilhas, saiba exatamente aonde investe seu dinheiro e no quê.

14) Cuidado com os transgênicos
Sabe aquele triângulo amarelo com um “T” no meio? Ele identifica os alimentos que são transgênicos, ou seja, geneticamente modificados e que fazem mal ao meio ambiente e à saúde.

Consumimos muitos trangênicos como ingredientes de alimentos industriais sem saber, evite consumir congelados e refeições prontas, busque saber a procedência dos ingredientes e preparar seus alimentos, quem saiba utilizando sua horta?

15) Reaproveite
Use a criatividade e treine suas habilidades artesanais para reformar caixas de madeira e de papelão, garrafas, latas, vidros entre outros. Ao reaproveitar os materiais que iriam para o lixo, você pode obter lindas peças decorativas e ainda se divertir.

Caso não tenha muitas habilidades manuais, separe os materiais e venda para quem os pode utilizar ou reciclar. Assim o lixo será diminuido, reaproveitado, poderá ganhar um dinheiro e evitará a extração de uma materia prima nova.

Referências

Pensamento Verde

Ovos veganos: mais um passo para a revolução alimentar

Caros leitores,

Trago hoje mais uma notícia promissora para a inovação das industriais alimentícias, os ovos veganos.

Suas pesquisas estão sendo realizadas pela Hampton Creek Food, e sua sede se encontra em São Francisco, nos EUA.

A startup está amedrontando o mercado de ovos norte americano, saindo vitoriosa de um processo movido pela Unilever (dona da Hellmann’s), que a acusava de “propaganda enganosa” e “concorrência desleal”.

Veja o vídeo abaixo para saber mais sobre os ovos veganos e os produtos da startup.

“O seu objetivo é tornar as indústrias mais nocivas, custosas e prejudiais ao meio ambiente, obsoletas”

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9 Países com grande ascensão de vegetarianos e veganos

Essa interessante lista mostra levantamentos feitos por instituições com a população de variados países, mostrando o crescimento do número de vegetarianos e veganos com o decorrer do tempo.

Vamos lá !

1# Espanha

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Um artigo publicado no The Guardian no ano passado destaca a crescente população de vegetarianos e veganos na Espanha.

De acordo com o artigo, “os espanhóis têm uma reputação de serem obstinados comedores de carne. Mas nos últimos anos, como o número de restaurantes veganos e vegetarianos duplicando na Espanha, há sinais de mudança. “A ideia de que devemos pelo menos comer menos carne, é cada vez mais comum na Espanha, como em muitas outras partes da Europa”.

2# Reino Unido

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No Reino Unido, em cada oito adultos britânicos pelo menos 1 segue a alimentação vegetariana ou vegana.

Enquanto 12 % do total da população decidiram abandonar a carne, esse percentual sobe para 20% para as pessoas entre as idades de 16 e 24. E isso não é tudo: milhões de pessoas no Reino Unido são semi-vegetarianos e pretendem cortar a carne do consumo diário.

3# Suécia

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Cerca de 10% do país agora se identifica como vegetariana ou vegan, com os jovens liderando esse senso.

De acordo com uma sondagem realizada pela Animal Rights Suécia, nos últimos cinco anos, o número de vegetarianos suecos aumentou 4%!

4# Israel

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Um artigo publicado pela JSpace Notícias ano passado mostra a crescente população vegan em Israel, estimando-se que, no momento da publicação, havia cerca de 300.000 vegans neste pequeno país, tornando-se 4% da população total.

O autor explica: “Isso faz com que Israel seja a primeira capital vegan do mundo, com mais pessoas per capita evitando todos os produtos de origem animal do que qualquer outra nação.”

5# Índia

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Se você pensou que a Índia não poderia obter mais vegetarianos, pense novamente! No ano passado, a cidade indiana Palitana tornou-se a primeira cidade vegetariana no mundo.

Por trás dessa mudança revolucionária são os monges Jain que entraram em greve de fome para pressionar o estado de Gujarat para proibir o abate de animais em sua cidade. A greve de fome foi bem sucedida e o governo de Gujarat decretou uma proibição de abate de animais e proibiu a venda de carne e ovos.

6# Alemanha

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A Alemanha é o lar de mais de 7 milhões de vegetarianos e está experimentando uma demanda crescente por produtos à base de plantas. Mesmo com os 200 anos da Oktoberfest, festival anual de cerveja alemã regado de carne, tomou conhecimento, e está oferecendo deliciosas versões veganas como substitutos das alimentações tradicionais com carne do festival.

Além disso, o proprietário ambicioso de Veganz, uma cadeia de supermercados vegano quem vem crescendo na Alemanha, está agora com uma meta de abertura de 60 lojas mais em 2020, devido à demanda popular!

7# Canadá

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Os resultados de uma pesquisa de consumo de alimentos canadense para 2013 refletem uma queda de quase 10% do consumo de carne desde 2001. Embora uma diminuição geral foi observado em todas as categorias de carne, a maior redução foi observada no consumo de carne de porco, com um decréscimo de 4,5%.

E só no mês passado, The Huffington Post Canadá destacou a tendência crescente do Canadá longe do consumo de leite. Na verdade, o consumo de leite caiu 25% à medida que mais e mais pessoas optam por deliciosas alternativas à base de plantas, tais como leite de amêndoa e leite de soja.

8# Estados Unidos

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Nos EUA, os investidores privados estão investindo milhões em star-ups de alimentação vegana, como Beyond Carne, que teve a Microsoft do magnata Bill Gates cantando seus elogios, ou Hampton Creek Foods, o que chamou a atenção do mais rico empresário da Ásia, Li Ka-Shing, junto com um investimento de US $ 23 milhões.

E empresa global de pesquisa de mercado Mintel recentemente descobriu que 36% dos americanos compram alternativas à carne, pelo menos, algumas das vezes.

Com mais e mais pessoas se afastando de carne, nunca houve um melhor momento para adicionar mais alimentos veganos na sua alimentação.

9# Nova Zelândia

nova-zelandia-veganismo

O número de veganos na Nova Zelândia está subindo rapidamente, e de acordo com um recente artigo no New Zealand Herald, o aumento é alimentado por uma motivação para ajudar a prevenir doenças, degradação ambiental e sofrimento dos animais em fazendas industriais.

Fonte mfablog via Veganize

Direitos animais: 6 causas importantes para 2015

Olá,

Que tal ficar atento as lutas dos direitos dos animais com maior repercussão esse ano?

1- Banir animais exóticos de circos

(Flickr/Forsakenfotos)

Animais exóticos não deveriam fazer parte do circo. Eles sofrem diversos problemas de saúde, psicológicos e o confinamento pode causar incidentes com o público.

Países como Bolívia, Grécia, Peru, Paraguai, Colômbia, Eslovênia e Holanda já sancionaram leis que banem animais em apresentações circenses.

2- Acabar com testes de cosméticos em animais

(Flickr/DavidO)

Muitos países ainda fazem testes de cosméticos em animais. Prática considerada desnecessária e desumana. O ideal é procurar produtos livres de crueldade animal e pressionar autoridades locais para proibir a prática.

Recentemente, São Paulo proibiu testes em animais com esses testes. Leia aqui a matéria. 

3-Gestação engradada de porcos

Humane Society of the United States/ Wikimedia

Boa parte das fazendas de criação de porcos cercam as fêmeas que estão esperando filhotes em grades.

As reprodutoras ficam isolados, em grades de ferro pouco maior do que seus corpos. Elas não conseguem sequer virar-se.

Todo o seu comportamento natural é restrito e os animais sofrem com falta de higiene e também com problemas psicológicos.

4- Pesca de golfinhos no em Taiji, Japão

(Facebook/Sea Shepherd Cove Guardians)

A pesca de golfinhos continua acontecendo em Taiji, Japão. E a próxima temporada já está marcada para setembro.

Diversos movimentos estão pressionando organizações internacionais e japoneses para proibir a pesca de golfinhos no local.

5- Acabar com as fábricas de filhotes ou puppy mills

(Flickr/Cortney Martin)

As Puppy Mills ou fábricas de reprodução de filhotes são instalação que comercializam cães em massa.

Normalmente, os alojamentos não oferecem as melhores condições para os cachorros e são mantidos em gaiolas até serem vendidos.

Muitos aniamais que não são comercializados e perdem valor no mercado são sacrificados.

Por isso não compre, adote um cão.

 6- Sea World: encerre os show com orcas em cativeiro

(Flickr/JaimeW)

O Sea World, nos EUA, está enfrentando uma batalha judicial na Califórnia. Depois de uma série de protestos dos defensores dos direitos animais, uma lei quer proibir a performance de baleias orcas na Califórnia.

Os movimentos querem que a Sea World devolva as 10 baleias que mantém em cativeiro para santuários ao mar aberto.

Fonte (informações e imagens):Catraca Livre